![]() |
| Modelo exclusivo ao custo de R$ 2 milhões |
sexta-feira, 1 de julho de 2011
NOVOS CARROS CAROS QUEREM NOVOS BRASILEIROS RICOS
Incentiva, também, o surgimento de pequenos fabricantes brasileiros que tratam seus novos produtos como se fossem jóias exclusivas, caso do Vorax da Rossin-Bertin, exposto no recém encerrado Salão, e do agora anunciado DoniRosset. Ambos tem desejo comum: instigar pequena parte deste insuspeitado grupo de milionários a quebrar o cofrinho.
Em ambos, mecânica importada. No caso do Rossin-Bertin Vorax, de BMW V10 5.0 e 570 cv de potência. Para mover o DoniRosset, motor Chrysler V10, 8.4, conhecido motor do Viper, modificado para consumir etanol, garante-se produzir curiosos e aparentemente cabalísticos 1007 cv de potência. Se ambos se viabilizarem por certo o Vorax terá motor mais forte apenas por razões de marketing.
Finalmente, além da diferenciação de proposta, o Vorax projeta construir 700 unidades/ano enquanto DoniRosset limilitar-se-á a exclusiva meia centena. Atingiu, acabou. Quanto a preços, o Vorax tem estabelecido em R$ 700 mil. A etiqueta de preço pendurada na etéria chave do DoniRosset terá escrito número superior a R$ 2M – ou três Vorax. Exclusividade tem seu preço – não é barato. Quanto á postura industrial, a Rossin-Bertin garante entregar encomendas até o final de 2011, enquanto a Rosset pede dois anos pós inscrição.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Superesportivo nacional de 1.000 cv atrasa
![]() |
| Carroceria em fase final, feita em fibra de carbono |
Mostrado em detalhes com exclusividade pelo JC há pouco mais de um ano, o projeto do superesportivo com mais de 1.000 cv que está sendo desenvolvido na zona norte paulistana está bem atrasado, mas continua de pé. O primeiro protótipo, que antes estava previsto para outubro passado, deverá ficar pronto somente no final do ano.
O adiamento dos planos se deve à própria complexidade do projeto, segundo o idealizador do carro, o empresário do ramo de construção William Denis Rosset. “Fora a parte mecânica, estamos fazendo tudo nós mesmos, artesanalmente. Até os botões do painel, por exemplo”, afirma.
O nome da montadora será DoniRosset, em homenagem ao pai de William. Entretanto, ainda não se sabe como será batizado o modelo, cujo desenvolvimento está a cargo da Amoritz GT. De acordo com Rosset, a carroceria está bem adiantada, quase pronta. De fibra de carbono, ela cobrirá um chassi do tipo spaceframe, de alumínio.
O motor – V10 de 8,4 litros do Dodge Viper – já foi adaptado para rodar com etanol e terá potência de 1.007 cv. O último algarismo é só para rimar com o nome da marca, de acordo com Rosset. O câmbio será manual sequencial de seis marchas.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Escultura do esportivo nacional DoniRosset é revelada
O supercarro nacional DoniRosset já ganhou forma. A empresa divulgou, nesta sexta-feira (17), imagem da escultura do superesportivo em clay — uma “argila” à base de petróleo própria para modelar veículos. Ela servirá de base para a montagem do carro. O modelo será lançadono ano que vem e custará mais de R$ 2 milhões.
Para “tirar” o DoniRosset do papel foi preciso cerca de uma tonelada da massa. O processo de detalhamento das formas do supercarro é complexo. A partir do clay se fez o modelo em escala reduzida. Depois, em tamanho natural (1:1).
“Só por causa do clay é que conseguimos deixar o DoniRosset com linhas e superfícies harmoniosas e detalhadas”, diz o designer e proprietário da Amoritz GT, Fernando Morita, que levou seis meses para finalizar a escultura do carro.
O protótipo terá motor do Dodge Viper, importado dos Estados Unidos: um V10 de 8,4 litros, que desenvolve 1.007 cavalos de potência, proporcionando desempenho comparável aos dos melhores esportivos do mundo. O carro terá 4,7 metros de comprimento e 2 metros de largura. Segundo a empresa, haverá detalhes especiais e característicos nas formas e em vários itens mecânicos, elétricos e eletrônicos.
Após a apresentação ao público do protótipo, os interessados na compra do modelo poderão entrar em uma lista de pretendentes à aquisição do veículo. Apenas 50 unidades do DoniRosset serão fabricadas. De acordo com a empresa, a previsão mínima para a entrega do supercarro é de dois anos, após a confirmação da encomenda.
DoniRosset é, na verdade, uma homenagem feita ao pai do empresário brasileiro do veículo. Rosset é o sobrenome do homenageado e Doni, o apelido.
O investidor do DoniRosset ainda espera construir uma pequena fábrica artesanal em uma cidade do Brasil “que lembre a Europa”. O objetivo do investidor é torná-la um ponto turístico para os apaixonados por automóveis.
O investidor do DoniRosset ainda espera construir uma pequena fábrica artesanal em uma cidade do Brasil “que lembre a Europa”. O objetivo do investidor é torná-la um ponto turístico para os apaixonados por automóveis.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Amoritz GT DoniRosset: o segundo superesportivo nacional
![]() |
| frente futurista |
Conhecido até então pelo codinome DR7, o DoniRosset será fabricado pela Amoritz GT em São Paulo. Sua estrutura é de alumínio e sua carroceria, de fibra de carbono, e no total o carro terá cerca de 1.300kg. O banco do motorista será posicionado no centro do carro, tal como a McLaren F1.
O desenho futurista é assinado por Fernando Morita, da Amoritz GT. O motor será o V10 de 8.4 do Dodge Viper, mas ele que na versão original tem 612cv, foi preparado para gerar 1007cv e rodar apenas com etanol. Apenas 50 unidades serão produzidas, e custarão cerca de R$ 2 milhões. As encomendas iniciam após a apresentação oficial, no próximo semestre, com previsão de entrega de 2 anos.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Esportivo brasileiro DoniRosset chega em 2011
Modelo terá apenas 50 unidades e vai custar mais de R$ 2 milhões
Vem aí mais um esportivo brasileiro no próximo semestre. Depois do Rossin-Bertin Vorax, apresentado no Salão do Automóvel, será a vez do DoniRosset, que terá produção limitada a apenas 50 unidades.
O nome do modelo, que era conhecido pelo código DR7, é uma homenagem feita ao pai do empresário brasileiro responsável pelo superesportivo. Rosset é o sobrenome do executivo e Doni, o apelido.
O veículo, projetado pelo designer Fernando Morita, terá 4,7 metros de comprimento e 2 metros de largura. Os elementos futuristas da carroceria são inspirados em carros-conceito.
Após a apresentação ao público do protótipo, os interessados devem entrar em uma lista e a previsão mínima para entrega é de 2 anos. O modelo deverá custar mais de R$ 2 milhões.
Vem aí mais um esportivo brasileiro no próximo semestre. Depois do Rossin-Bertin Vorax, apresentado no Salão do Automóvel, será a vez do DoniRosset, que terá produção limitada a apenas 50 unidades.
O nome do modelo, que era conhecido pelo código DR7, é uma homenagem feita ao pai do empresário brasileiro responsável pelo superesportivo. Rosset é o sobrenome do executivo e Doni, o apelido.
Produzido pela equipe da Amoritz GT, especializada em design de veículos esportivos, o DoniRosset terá motor do Dodge Viper adaptado para ser abastecido com etanol. O propulsor V10 8.4 vai gerar 1.007 cv de potência.
O veículo, projetado pelo designer Fernando Morita, terá 4,7 metros de comprimento e 2 metros de largura. Os elementos futuristas da carroceria são inspirados em carros-conceito.
Após a apresentação ao público do protótipo, os interessados devem entrar em uma lista e a previsão mínima para entrega é de 2 anos. O modelo deverá custar mais de R$ 2 milhões.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Dagger GT: Superesportivo com 2.000 cv
Uma empresa americana encabeçada por um conhecido preparador de motores para dragsters, o designer do Saleen S7, um construtor de chassis para gaiolas off-road, um ex-engenheiro da GM e um dono de empresa de tuning (de gosto extremamente duvidoso, diga-se de passagem) quer, em 2011, junto de mais alguns engenheiros e especialistas, entregar 5 unidades de um super-esportivo de 2.028CV e 276kgfm, capaz de alcançar uma velocidade final de 483km/h. O custo da brincadeira é de, no mínimo, 450 mil dólares. E dizem eles que três carros já foram vendidos. O que pensar a respeito?
Se for pela lógica da TranStar Racing, a empresa vai longe. Com o Dagger GT, estão pensando em conseguir quebrar todos os recordes possíveis e imaginários: desde a simples velocidade máxima, até a volta completa em Nürburgring-Nordschleife. O super-carro deve fazer o 0-96km/h em 1,5 segundos (!) e o quarto de milha em 6,7s, usando um motor 9.3 biturbo multi-combustível (gasolina comum, de competição e metanol), chassi de fibra de carbono e aço cromo-molibdênio, e ainda ser dócil para andar na rua, oferecendo muito conforto. Em todo caso, eles ainda oferecerão uma versão especial só para participar de corridas.
Fonte: specialcars.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)





